top of page



Muito além do campo: Globo reposiciona estratégia e leva jogos da Copa para novas telas
A Copa do Mundo FIFA de 2026 não está sendo definida apenas por seleções e jogadores, mas por contratos longos, complexos e cada vez mais determinantes para o futuro da mídia esportiva. A movimentação recente do Grupo Globo, ao encontrar uma brecha nos direitos de transmissão e direcionar jogos para a GE TV, evidencia uma realidade pouco visível ao público: hoje, a vantagem competitiva não está apenas em adquirir direitos, mas em saber interpretá-los e explorá-los até o limit

Henrique Casarotto
há 3 dias


Assimetria de poder e ruptura societária no empreendedorismo jovem
O crescimento do empreendedorismo jovem no Brasil tem revelado não apenas histórias de inovação e sucesso, mas também um lado pouco discutido: conflitos societários marcados por abuso, má-fé e desigualdade de poder. Nesse contexto, ganha relevância o conceito de affectio societatis, tradicional no direito empresarial, cuja ausência tem sido utilizada, em alguns casos, como justificativa para práticas que acabam configurando verdadeiros “golpes societários”. A affectio societa

Natalia São João
27 de abr.


Desconsideração da personalidade jurídica: proteção contra abuso ou excesso judicial?
O fortalecimento do compliance trabalhista acompanha uma mudança relevante no modo como o Judiciário tem lidado com a responsabilização patrimonial nas relações de trabalho. O que antes se restringia, em tese, à empresa empregadora, passou a alcançar sócios, administradores e, em situações mais controversas, até terceiros sem vínculo societário direto. Esse movimento acende um alerta: até que ponto é legítimo ultrapassar a autonomia patrimonial da pessoa jurídica para garant

Henrique Casarotto
13 de abr.


Desconsideração da personalidade jurídica: proteção contra abuso ou excesso judicial?
O fortalecimento do compliance trabalhista acompanha uma mudança relevante no modo como o Judiciário tem lidado com a responsabilização patrimonial nas relações de trabalho. O que antes se restringia, em tese, à empresa empregadora, passou a alcançar sócios, administradores e, em situações mais controversas, até terceiros sem vínculo societário direto. Esse movimento acende um alerta: até que ponto é legítimo ultrapassar a autonomia patrimonial da pessoa jurídica para garant

Henrique Casarotto
6 de abr.


Quando o passivo trabalhista vira estratégia: o custo bilionário das ações judiciais no Brasil
O Brasil atingiu um número que merece atenção não apenas econômica, mas jurídica: em 2025, empresas desembolsaram cerca de R$ 50,7 bilhões em ações na Justiça do Trabalho. O dado chama atenção pelo volume, mas principalmente pelo que revela sobre a forma como muitas organizações ainda encaram suas obrigações legais. Mais do que um cenário de judicialização intensa, o que se observa é uma lógica recorrente no ambiente empresarial: o passivo trabalhista sendo tratado como part

Natalia São João
30 de mar.
bottom of page